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Está aberta a temporada de espetáculos de fim de ano

Alunos de escolas de dança de Juiz de Fora mostram o que aprenderam durante o semestre

Por Matheus Engenheiro

Durante todo o ano, as escolas de dança se preparam para uma grande apresentação. Nela, os alunos podem mostrar aos amigos e familiares o que aprenderam e progrediram naquele espaço de tempo. Os teatros de Juiz de Fora recebem essas apresentações e ocupam suas agendas principalmente de dezembro com esses eventos.

Para a professora Myrian Mockdece, diretora de uma escola de dança da cidade, as apresentações são um momento importante para os alunos e alunas mostrarem em que aspecto possuem mais aptidão. Explica, “As vezes ela (a aluna) pode não ser musical, mas ter uma técnica boa. As vezes ela pode não ser tão expressiva, mas ela tem o ritmo”. Segundo Myrian, quase tod@s participam das apresentações. Nas turmas adultas, é mais comum não participarem por conta dos ensaios extras e dedicação que se fazem necessários nessa época; o que a vida de trabanhos e compromissos não permite. A professora ainda lembra que para fazer parte dos espetáculos o mais importante é ter vontade; alunos com dois, até um mês de escola já podem se apresentar.

O público desses espetáculos é formado pelos familiares e amigos dos alunos e alunas. Myrian Mockdece lamenta esse fato e diz que em Juiz de Fora não há a cultura de frequentar apresentações artísticas em geral. Confira a entrevista completa com a professora:

Desde pequena

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Uma das revelações do ballet em Juiz de Fora, com apenas 11 anos, Gabriela Arcuri da Costa conta que ensaia desde março para a sua apresentação em O lago dos cisnes, no início do próximo mês. Ela participa de todos os 4 atos do clássico e ainda de outras 3 performances de um segundo momento do espetáculo de sua escola de dança, uma delas no tecido acrobático. A pequena é bailarina desde os 2 anos e meio de idade, tendo começado da categoria baby class. Conheça Gabriela:

O balé é uma arte cara, é o que diz a mãe de Gabriela, Isabella Arcuri. São sapatilhas, roupas, viagens… mas ela garante que tudo tem motivo para ser caro. Ela conta que os figurinos são trabalhos muito bem acabados e que os gastos para ir à festivais em outras cidades são compensados pelo reconhecimento do esforço da filha. Isabella conta que dá todo suporte necessário pois entende o gosto da filha: também é uma amante do ballet clássico. Isabella contou ao JF Hipermídia como a filha concilia dança e escola desde tão cedo; ouça.

Hobby

Também participando do mesmo espetáculo que Gabriela, Letícia Cortes, estudando de medicina, está no papel do cisne branco. Letícia dança há 16 anos e hoje tem o ballet como um hobby. Confira a entrevista com a bailarina, que falou sobre as suas escolhas, rotina e personagem, para o JF Hipermídia.

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