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Potencial de consumo dos juizforanos aumenta para R$ 10,5 bilhões em 2014

Juiz de Fora tem aumento de 2,28% no potencial de consumo | Foto: Pedro Miranda

por Pedro Miranda – publicado em 27/4/2014

A oferta de crédito vem aumentando no Brasil de forma notável. Os consumidores que procuram o financiamento imobiliário, de automóveis, para reformas, e, principalmente, para compras tem se beneficiado com as facilidades. Esse crescimento tem puxado o consumo.

Segundo dados do IPC Maps, obtidos com exclusividade pelo JF Hipermídia, o potencial de consumo dos juizforanos cresceu cerca de R$242 milhões em 2014. No ano passado, o índice era de R$10,4 bilhões, esse ano o valor estimado chega a mais de R$10,5 bilhões. O consumo por pessoa é estimado em R$ 19.421, 38. Em 2014, Juiz de Fora foi para a terceira posição no ranking estadual de consumo, ficando atrás apenas de Belo Horizonte (1º) e Uberlândia (2º). Já na classificação nacional o município se manteve estável ocupando a 38º colocação neste ano, a mesma do ano anterior.

O Índice de Potencial de Consumo (IPC) é um indicador que atribui a cada município, ou região, a sua participação percentual no potencial total de consumo do país. Ou seja, considerando que o potencial total do mercado nacional seja 100%, o IPC identifica quanto cada região representa deste todo. O índice utiliza dados do IBGE e faz um cruzamento e análise desses números para elaboração de um modelo que indique o potencial.

Apesar do aumento de 2,28% no potencial de consumo em 2014 na comparação com 2013, a participação de Juiz de Fora no consumo nacional caiu aproximadamente 6%. Neste ano, o indicador foi estimado em 0,32, no ano anterior, 0,34.

O estudo ainda aponta que a classe econômica na cidade que mais expandiu o potencial de consumo foi a classe E, com renda mensal de R$1.108 ou menos. 61% foi o crescimento registrado de 2013 para 2014, de R$6.339.885 bilhões para R$16.225.843. Algumas classes registraram queda expressiva, caso da A, com renda a partir de R$ 3.876, que teve redução de 36% no potencial estimado para consumo em 2014, e da classe B que registrou menos 16% no indicador na comparação com o ano passado.

A categoria em que os juizforanos mais tem potencial de consumo é na manutenção e reforma da casa. Com um total de mais de R$ 2 bilhões, o segmento é líder de gastos em todas as classes.

Para o economista Christiano Coelho, mudanças na forma de concessão do crédito influenciaram diretamente no aumento do potencial de consumo no país. “O crédito para pessoa física em geral voltado para o consumo quase que triplicou ao longo dos últimos 10 anos. Algumas mudanças no mercado de crédito ajudaram isso a se desenvolver bastante. Uma delas foi a ampliação do crédito consignado aquele com desconto em folha, e mudanças na lei para financiamento de imóveis”, conclui. Ouça abaixo a entrevista.

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