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Trabalho autônomo – como é ser um freelancer?

Ter um emprego fixo com carteira assinada ainda é o desejo e o objetivo de muita gente. Significa a garantia de renda e uma noção exata sobre quanto pode-se gastar, com que o quer que seja.

Por outro lado, há quem se arrisque no trabalho autônomo, cujo nome já foi bico e hoje é chamado de freelance ou freela, numa abreviação do termo inglês. O freelancer, profissional que faz o freelance, trabalha sozinho, onde quer e faz seu salário. O problema é a incerteza de demanda, já que ele depende de ser procurado para ter trabalho.

Independentemente dessa falta de garantia, os profissionais autônomos já têm salários mais altos do que profissionais com carteira assinada em algumas cidades do Brasil, e, em outras, é cada vez mais evidente o aumento do freelancer.

Também é possível encontrar profissionais autônomos em Juiz de Fora. É o caso do designer gráfico Robertto Cavalcanti que já faz freelas há quatro anos. “Comecei por livre e espontânea pressão. Um amigo sabia que eu trabalhava como designer, pediu um serviço e gostou. Depois, indicou um, foi indicando pro outro e quando fui ver já era um freelancer”, diz Robertto. “Me vi em diversas situações que tive que resolver como colocar preço, conquistar mais mercado, forma de apresentação, primeiros contatos com clientes… tudo isso tive que aprender na prática”, completa ele falando das dificuldades de ser um freelancer. Ele ainda ressalta que só percebeu que poderia ser mais vantajoso à medida que foi fazendo este tipo de serviço.

Há ainda que faz ambas as coisas: é freelancer e tem emprego com carteira assinada. Pedro Oliveira é programador em uma agência e presta o mesmo serviço para outros clientes, de forma autônoma. “Decidi fazer serviços freelas para complementar minha renda. É sempre bom um dinheiro a mais”, diz Pedro que, ainda assim, não abre mão do emprego fixo. “Não é sempre que aparecem muitos serviços na área que você trabalha, então ainda não me sinto seguro para viver só de freela”, completa ele.

Por fim, os dois listaram algumas vantagens de ser um freelancer. O lado bom segundo eles é poder fazer o próprio horário e cobrar o preço que achar justo pelo trabalho. Por outro lado, eles ressaltam a importância de ter disciplina. “Você será seu próprio chefe, tem que controlar seus prazos e projetos”, destacou Pedro lembrando que se o profissional não contribuir por si mesmo para a previdência não vai ter direito nenhum em caso de doença, por exemplo. Para quem está começando ou pretender trabalhar de forma independente a dica de Robertto é caprichar: “faça o seu serviço bem feito para que seus clientes possam te indicar para outras pessoas, o caminho é esse”.

O lado de quem contrata

Já quem contrata, sejam empresas ou pessoas físicas, também pode encontrar pontos positivos e negativos de contratar o serviço freelance. O JF Hipermídia conversou com a especialista em Recursos Humanos e Diretora Administrativa da Futuro Comunicação, Vivia Castro, que nos explicou a diferença entre freelancer e terceirizado, vantagens e desvantagens e ainda falou sobre até quando a empresa não tem a obrigação de contratar o profissional. Confira a entrevista na íntegra:

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