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Semana Empresarial discute atual situação da economia brasileira

Estagnação econômica preocupa empresários e economistas

Por Pedro Henrique Landim

Publicado em 07/08/2013.

economia “O crescimento do PIB tem que ser maior do que o crescimento demográfico. Porque, senão, ele nunca vai gerar renda suficiente para aqueles que estão entrando no mercado de trabalho”, alerta o economista Walter Monachese, professor aposentado da Faculdade de Economia da UFJF. Segundo ele um baixo índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB)  também influencia toda a população economicamente ativa.

No Brasil a expectativa do mercado financeiro é de que em 2013 o PIB cresça apenas 2,24%. A previsão, abaixo dos 2,28% anunciados na semana passada, consta do relatório Focus, divulgado segunda-feira (5/7) pelo Banco Central. O documento é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

O Ministério da Fazenda também baixou recentemente a previsão oficial de alta do PIB deste ano; o índice que consta no orçamento federal foi reduzido de 3,5% para 3%. Além da taxa prevista pelo governo, também a estimativa do Banco Central (BC) para a expansão do PIB em 2013 caiu de 3,1% para 2,7%.

A economia brasileira segue a tendência dos países em desenvolvimento. Se, por um lado, ainda não há indícios de recessão, a situação atual apresenta um quadro favorável à estagnação econômica. Mas o que esses números têm a ver com a economia de Juiz de Fora?

Semana Empresarial discute novos caminhos para a diversificação da economia

Estudantes e empresários terão oportunidade trocar experiências na 11ª Semana Empresarial, promovida pela Campe Consultoria Júnior das faculdades de Economia, Administração e Ciências Contábeis da UFJF.

“A partir do nosso tema, vamos trazer aos estudantes a ideia do empreendedorismo, e aos empresários, convidá-los a pensar em maneiras de inovar dentro do seu empreendimento”, afirma o diretor de finanças e organizador do evento, Ícaro Bolotari.

A saúde da economia juiz-forana também está em pauta no evento. Para o diretor da Faculdade de Economia da UFJF, Lourival de Oliveira Júnior, a atual situação da economia brasileira reflete diretamente no potencial econômico da cidade.

“Juiz de Fora está dentro do Brasil. Isso quer dizer que a trajetória da economia brasileira impacta a (economia) da cidade. O que pode acontecer, e isso varia de local pra local, é quando você tem alguma atividade diferente que se desenvolve na cidade, e isso pode evitar que a recessão seja mais forte ou não”.

Segundo Oliveira Júnior, o Seminário serve, também, para que os empreendedores discutam as melhores maneiras para driblar a estagnação econômica.

“Juiz de Fora é uma cidade prestadora de serviços e a prestação de serviços depende muito da dinâmica de crescimento da renda. Mas, como a média de crescimento da renda no país está em um ritmo mais baixo, as perspectivas de crescimento também não são animadoras”

A Sema Empresarial é aberta ao público e o valor do convite é de R$25. Os interessados em participar podem adquiri-los na Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFJF, na Pizzaria Vaporetto, na página do evento no Facebook ou fazer reserva pelo telefone: (32) 2102 – 3529. Clique aqui para conferir a programação completa do evento.

Inflação e juros

A estimativa do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência para o sistema de metas de inflação, não se inalterou e ficou em 5,75%. Para 2014 a previsão ficou praticamente inalterada: leve queda de 5,88% para 5,87%.

“A inflação é sempre motivo de preocupação pra todo mundo; principalmente para os assalariados e pessoas de menor renda, que dependem unica e exclusivamente do seu salário pra poder viver” – argumenta Monachese.

Pressionado pelo impacto da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, em julho, aumentar a taxa básica de juros da economia brasileira, de 8% para 8,5% ao ano. Após o aumento, o mercado segue acreditando que, nesse mês, haverá uma nova alta de 0,5 ponto percentual, para 9% ao ano. Para o fim deste ano, a estimativa permaneceu estável em 9,25%, mesma previsão para 2014.

Fonte: G1

Fonte: G1

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