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Escolha de joias pode variar conforme ocasião

Rebeca Trece

Postado em 28/01/14

A associação entre mulheres e joias é, praticamente, inevitável. A dificuldade está, no entanto, na escolha da mais adequada frente ao leque de opções oferecido pelo mercado atual. O fato é que existem joias ideais para cada ocasião: uma formatura, um casamento e um aniversário possibilitam, por exemplo, o uso de peças mais trabalhadas – mas não, necessariamente, caras ou extravagantes -, enquanto eventos mais casuais exigem um adereço mais leve e sóbrio.

As joias são acessórios da roupa que se está vestindo, explica Vinícius Martins Galil, sócio-proprietário de uma joalheria e ourivesaria. “Se a mulher coloca um traje com mais brilho e com mais informação, é preciso procurar uma peça mais sutil. Caso a roupa seja mais lisa, é possível colocar uma joia que se destaque mais”.

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Vinícius frisa, ainda, a importância da harmonia entre o acessório e as cores da roupa. Desta maneira, a predileção por pedras tradicionais – como o brilhante, a esmeralda (pedra verde), o rubi (pedra vermelha) e a safira azul (pedra azul escuro) – pode diminuir as chances de erro. “Peças finas e discretas não deixam de ter o seu charme”, pondera.

 

Escolha pelo brilhante pode ser a ideal. Foto: Ilustrativa

Escolha pelo brilhante pode ser a ideal. Foto: Ilustrativa

Para ele, a escolha pelo “brilhante básico” composto por um brinco, um anel solitário, uma pulseira e uma gargantilha não permite críticas. Isso não significa que outras cores não possam ser usadas, como a granada – marrom avermelhado -, tom em alta hoje em dia. O ideal, segundo ele, é não pecar por excesso. De acordo com Vinícius, também deve se dar atenção à fabricação da peça, ou seja, se a mesma é industrializada ou artesanal, na medida em que isso pode influenciar na qualidade do produto. Consequentemente, uma joia de uso eventual industrializada é feita com pouco ouro, já que precisa ser leve para ser usada cotidianamente, o que faz com que haja grandes chances de ela se desgastar mais facilmente.

Joias produzidas artesanalmente, porém, são mais resistentes porque precisam de um pouco mais de material para serem manipuladas pelo ourives. A diferença de preço, segundo Vinícius, é pequena, na medida em que a base de custo da matéria prima é a mesma. A variação, por sua vez, se dá conforme a mão-de-obra, já que a indústria revende os produtos.

Em contrapartida, Ana Paula Calixto, produtora de moda, afirma que “hoje, não há certo ou errado. Há uma grande liberdade de escolha para que as pessoas usem o que gostam”. As joias, no entanto, têm intrínseca representatividade da “ostentação” e, por isso, a questão da segurança deve ser considerada. Segundo ela, “os designs de joias estão investindo cada vez mais em linhas despojadas, contemporâneas, que possam ser usadas no dia-a-dia. São muitas opções”.

Ana Paula reflete que o estilo e o bom-senso são individuais. “O chique é você usá-las para você. A joia tem que ser uma curtição sua e o luxo, atualmente, está na satisfação pessoal. Ostentação é cafona”, frisa. Ela destaca, também, a opção pelas semi-joias – conhecidas como folheadas – e diz que são tão bonitas quanto as tradicionais. “Não importa se é ouro ou não. O importante é complementar o look. Cada vez mais tudo é permitido. O bacana é saber misturar o caro com o barato – o famoso Hi-Lo.”, finaliza.

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