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A importância do riso no tratamento do câncer infantil

Segundo médicos, os efeitos colaterais da quimioterapia podem ser reduzidos quando o procedimento é acompanhado de brincadeiras e sorrisos

Repórter: Valéria Fabri

Postada em: 09/07/2014

Doutores do Amor durante visita a um hospital. Crédito: Gilmara Delmonte

Doutores do Amor durante visita a um hospital. Crédito: Gilmara Delmonte

Enfrentar uma doença não é um momento fácil na vida de ninguém, mas para as crianças a rotina de hospitais e tratamentos pode ser ainda mais complicada. Em Juiz de Fora, algumas organizações se dedicam a levar alegria e esperança para os pacientes internados e é amplamente aceito pela medicina que essa iniciativa pode fazer a diferença no processo de recuperação.

Veja aqui reportagem sobre crianças que fazem quimioterapia brincando reduzem os efeitos colaterais do medicamento em 38%

Os Doutores do amor surgiram aproximadamente 11 anos atrás e hoje levam alegria para muitas pessoas internadas em hospitais da cidade. A criadora e presidente da ONG, Gilmara Delmonte, mais conhecida como Miloca, diz que a personagem surgiu muito antes da ONG “eu comecei recolhendo doações, mas a demanda cresceu tanto que eu tive que criar os doutores do amor. Hoje estamos em 16 instituições, só a tarde mil e quinhentos leitos e de manhã mil e duzentos por mês”.

Os doutores do amor lidam com pacientes de todas as idades e Gilmara destaca a alegria das crianças “As crianças ficam esperando a gente e o sorriso deles é encantador, eu adoro lidar com crianças, gosto de todos os pacientes”. Confira abaixo a entrevista completa:

Para a psicóloga Sheila Espíndola é fundamental preservar o lado psicológico para que o tratamento tenha sucesso “é muito importante que eles tenham essa aura diferente para que tenham mais esperança, isso é fundamental no tratamento. Se o doente desiste, acha que tudo vai dar errado a propensão a dar errado é maior já que o paciente adere menos ao tratamento, se o lado psicológico estiver preservado essa adesão é muito maior”. A psicóloga ressalta também´m a importância de de manter o mundo infantil no ambiente do hospital para minimizar o sofrimento das crianças “mais do que nunca nesse momento de hospital, de agulhas, as crianças precisam desse mundo lúdico, do palhaço, da surpresa, da mágica, isso é muito importante”. Confira abaixo a entrevista completa:

Cena do filme "Patch Adams: o amor é contagioso"

Cena do filme “Patch Adams: o amor é contagioso”

Veja aqui outras iniciativas para amenizar o sofrimento de crianças internadas

O cinema também já tratou do tema no filme “Patch Adams: o amor é contagioso”, veja mais sobre o filme aqui

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