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Aprender fora de sala

Centro apresenta ciência de forma interativa para pessoas a partir dos seis anos

Por Izabela Fonseca

Publicado em 12/08/2013

Aprendizado fora da escola. As atividades extraclasse podem chamar a atenção dos estudantes, além de tirá-los da rotina, de acordo com Cristiane de Souza, professora do Colégio Estadual Urbano Carlos de Almeida, de Três Rios, Rio de Janeiro. A educadora vive em Juiz de Fora e comenta que, após o colégio da filha ter visitado o Centro de Ciências da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), interessou-se em levar próprios alunos para conhecer o espaço.

“Eles gostaram demais. Trabalhando fora do ambiente, eles se interessam mais e a matéria fixa melhor. A sala de aula é muito cansativa. O professor escreve, fala, mas eles não se interessam muito. Do lado de fora existem coisas muito mais interessantes e sedutoras”, destaca a professora.

Foto: Izabela Fonseca

O Centro de Ciências da UFJF se localiza no espaço do Colégio de Aplicação João XXIII, na Rua Visconde de Mauá, n° 300, Santa Helena. (Foto: Izabela Fonseca)

O espaço é composto por exposições, planetário e laboratórios. O projeto surgiu em 2004, através de uma parceria entre o Colégio de Aplicação João XXIII e o Instituto de Ciências Exatas (ICE) da UFJF, com objetivo de montar um museu interativo de ciência em Juiz de Fora. Com o apoio da Agência Brasileira da Inovação (FINEP), foram liberados recursos para montagem do local, inaugurado dois anos depois.

Foto: Izabela Fonseca

Exposição permanente “A Célula ao Alcance da Mão”, onde há objetos que representam elementos do corpo humano – doações feitas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). (Foto: Izabela Fonseca)

“O centro tem alguns objetivos básicos: divulgação e popularização da ciência, formação continuada de professores e a formação inicial de professores”, diz o diretor geral do Centro de Ciências e professor de Química, Eloi Teixeira César, que acredita que, ao conhecer a ciência na prática, as crianças podem se sentir motivadas a aprender e até mesmo seguir a área profissionalmente. Ouça.

Foto: Izabela Fonseca

Quarto, um dos cômodos representados na exposição “Cadê a Química?” (Foto: Izabela Fonseca).

Atualmente, a exposição presente no local é “Cadê a Química?”, em que são apresentados elementos químicos presentes no dia-a-dia do ser humano dentro de casa. O espaço recebe, aproximadamente, 15 mil visitantes por ano, sendo a maioria crianças e adolescentes, mas pessoas a partir dos seis anos podem conhecê-lo. Os interessados devem telefonar para 3229-7606 e agendar visita, gratuitamente. Assista uma breve explicação de Eloi Teixeira César sobre a tabela periódica interativa que compõe o local.

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