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Juiz de Fora disputa Jogos Escolares de Minas Gerais

Por Polyana Castro

Postada em:05/05/2014

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Juiz de Fora foi representada na fase microrregional por 9 escolas.

Foi realizada na última semana, em Santos Dumont, a fase microrregional dos Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG), o maior e o mais importante Programa esportivo-social de Minas Gerais. Juiz de Fora foi representada por nove escolas, nas modalidades de basquetebol, futsal, handebol, vôlei e xadrez. Nesta competição, foram conquistadas uma medalha de bronze, quatro de prata e oito de ouro, estes oito medalhistas seguem para a próxima fase, a regional da zona da mata que ocorre em Barbacena de 7 a 12 de junho.

 

Clique aqui para conferir os classificados para a próxima fase.

 
Francisco dos Santos Ribeiro Neto, diretor e treinador de Handebol da Escola Estadual Nice Vila Verde Coelho de Magalhães, ressalta a importância desse tipo de competições para os alunos. “Uma competição dessas para os alunos é muito importante, eles conhecem outras realidades, outras pessoas, ajuda na convivência em grupo, quando não estão participando dos jogos, sentamos e conversamos diversos assuntos que os amadurecem e reflete na disciplina.”

 
Francisco vê que o comportamento dos alunos também repercute na escola. “Eles levam esse tipo de comportamento diferenciado para dentro da escola. Existe caso de alunos que tinham grandes problemas na escola e ao se envolver com a prática de esportes, melhoraram muito seu desempenho dentro do colégio.”

 
O papel do treinador, influencia diretamente na educação e comportamento doa alunos, Francisco diz que é exemplo para os alunos. “Sou um exemplo para os alunos, à gente contribui para a vida deles e disciplina”.

 

Os jogos são realizados pelo Minas Olímpica, programa do governo.

A escola autoriza e permite a prática do esporte, mas ainda falta apoio. “Alguns professores, não por questão institucional, mas por questão pessoal, gostam e incentivam, postam no facebook e sentem orgulho das equipes da escola”.

 
O apoio dos pais também faz diferença para o rendimento dos atletas, mas este apoio nem sempre é presente. Francisco fala que nesta geração aparecem bastantes pais, estão correndo atrás, ajudando com o patrocínio, mas já teve gerações que os pais nunca foram ver um jogo do filho.

 
Vitória Cristina, 16 anos, jogadora de handebol, vê pontos positivos com a integração gerada nas competições. “Fazer parte de uma equipe é muito legal, ajuda demais no nosso convívio. É como se fosse uma segunda família, uma coisa que a gente não aprende em casa, aprende aqui com a equipe.”

 
“Tenho muita motivação para estar aqui, e a torcida ajuda muito para isso, volto com os princípios respeito e união renovados. Por mais que a gente perde, não ficamos com raiva uma das outras, porque sabemos que todas nós treinamos bastante para estar aqui e que cada uma faz a diferença na equipe.” Ressalta Vitória.

 

 

Assista ao vídeo e conheça um pouco mais sobre o JEMG.

 

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