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Crimes e violência na rotina dos juiz foranos

Por Jéssica Dias

Postado em 2014/02/07

De acordo com pesquisa divulgada Pelo Ministério da Justiça, Mais de 30% dos brasileiros já sofreram algum tipo de violência, seja ela física, psicológica ou emocional. O Sentimento de perda quando alguém é brutalmente tirado de seu meio de convívio ou o sentimento de impotência ao sofrer um atentado, deixa marcas que muitas vezes acompanharão suas vitimas ao longo de toda a vida.

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Campanha faz alerta à população – Divulgação

Assaltos na Cidade de tem se tornado tão corriqueiros, que uma página foi criada com o objetivo de ironizar os “101 lugares para ser assaltado em Juiz de Fora”.  Há duas semanas, Josiane Silva, manicure, foi vitima de um golpe conhecido como ” saidinha de banco “. “Eu ia ao dentista e passei na agência bancária da Rua Santa Rita para sacar dinheiro para o tratamento. Assim que eu saí um homem encostou alguma Coisa nas minhas costas e mandou eu entregar o dinheiro. Eu entreguei a carteira mas consegui recuperar os documentos “. Ela conta que sua rotina mudou passou a viver com medo. “Eu tenho medo de ir ao banco, de sair sozinha, e até de sair com bolsa. A impressão que eu tenho,é que estou sendo seguida ou que alguém  vai me abordar a qualquer momento”.

Todos os anos milhares jovens  perdem a vida Por algum tipo de envolvimento com a drogas.  Seja por overdose, por troca de tiros com a Polícia ou mesmo assassinados por bandidos também  envolvidos com o tráfico. Danielle Damasceno é jornalista, e conta que perdeu um sobrinho há dois anos por esse motivo. “O meu sobrinho se envolveu com a drogas e acabou saindo de casas, indo morar no Olavo Costa. A família tentou busca-lo, mas ele não quis retornar com a gente. Aconteceu que infelizmente ele acabou sendo morto a tiros”. Ela relata a impunidade sofrida não caso. “A suspeita é que tenha sido um menino de 13 anos, mas o menino sumiu, não conseguiram apreendê-lo, e ainda por cima ele era menor de idade. Apesar de muitas pessoas terem presenciado o assassinato, o caso não foi resolvido “.

Em setembro do ano passado, a Exame.com divulgou dados que colocam Juiz de Fora Como a 35 ª Cidade Mais violenta fazê País . Tais índices retratam o alerta feito por Danielle. “Foi um choque imenso e fora do real, porque a gente vê essas coisas na TV, acontecendo nas grandes cidades como Rio e São Paulo, mas quando vê um menino de 16 anos ser morto por um de 13, percebe que Juiz de Fora não está muito diferente, que é necessário Tomar Mais cuidado “.

Mães de filhos assassinados fizeram passeata em Juiz de Fora

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Passeata de Mães Opaco tiveram Filhos assassinados na Vila Olavo Costa – Foto: Tribuna de Mina

O major Ulysses Pires explica que por questões de fronteiras, o acesso às armas de fogo tem sido facilitada. “Os Crimes de estão aumentando porque os criminosos estão tendo mais acesso às armas de fogo. Isso já é uma questão histórica, da mesma forma que chega em todo o Brasil, chega em Juiz de Fora de maneira contrabandeada. A Polícia tem aumentado o numero de operações com o objetivo de apreender o maior número possível dessas armas “.

Segundo o psiquiatra Guilherme Amaral, a dor da família ou de uma pessoa que passa por situações de casos de violência extrema como essas, é uma dor insuperável. “O Que a gente pode fazer é amenizar com tratamentos e remédios para proporcionar uma certa melhoria na qualidade de vida. O Que acontece,é que a pessoa aprende a conviver com aquela dor, mas ela não acaba nunca”.

 

Ouça a entrevista completa com um jornalista Danielle Damasceno

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