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O Rock no Combate ao Câncer!

Raíra Garcia – Postado em 31/03/14

 

A partir de amanhã começa a programação do tradicional JF Rock City. O evento está em sua nona edição, e traz desde a oitava, a campanha “O rock contra o câncer”, onde o valor do ingresso é 1kg de alimento não percível, que será doado para a ASCOMCER (Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer de Juiz de Fora). Esse ano, a programação está divida em seis dias, sendo dias 1º e 2 de abril terão workshops no CCBM* e demais dias shows de bandas locais de rock no Cultural Bar* e no Bar da Fabrica*. Uma evolução, se comparado ao último ano, quando foram quatro dias de programação, com 18 shows e quatro workshops.  A organização do evento fica por conta da GM Produções, encabeçada por Lucas Souza e Richarles dos Santos.

De acordo com Lucas, a ideia de fazer do evento algo beneficente veio de seus ídolos: “Até a sétima edição sempre foi tudo pago, mas ai a gente resolveu mudar, queríamos dar um passo a mais e resolvemos fazer o rock contra o câncer ajudando a ASCOMCER  na luta contra o câncer, mas isso começou o Pink Floyd lá em 2005 com a mesma proposta. Então não é uma ideia nossa, é a continuidade do que os nossos ídolos já fizeram em outros países”.

Para seguir com a proposta adiante, o evento precisava de verba e a solução foi tentar realizá-lo a partir da Lei de Incentivo à Cultura Murilo Mendes. Felizmente o projeto foi aprovado e a ideia é torná-lo anual, sempre com o mesmo objetivo. “A gente precisa de um financiamento para bancar a logística, mas nós, artistas, nos apresentamos pela causa”, explica Lucas.

Com o aumento no número de workshops e shows a ideia é dobrar a arrecadação. “Na última [edição] foram por volta de 2 toneladas de doação [de alimentos] para o ASCOMCER. Agora a gente oferece mais pelo mesmo ‘valor’ de ingresso e com o mesmo objetivo”. Na última edição, evento contou com aproximadamente três mil pessoas, e para agora, espera- se o dobro de público. Lucas deixa um recado para aqueles que não puderem participar da programação ou até mesmo não curtem rock: “Não precisa ir [aos shows e workshops] quando troca o ingresso. A pessoa pode participar da causa mesmo sem ir . É um festival que a gente carrega com muito orgulho. Tem que vir e trocar pela causa, independente de ir ou não”. Além da consciência social do evento, Lucas espera que a prefeitura abrace o JF Rock City tornando-o oficial no calendário da cidade e lembra: “A causa é maior do que gosto, diferença, estilo, funk, rock, sertanejo… O importante é participar.

Quando se trata de ajudar, fazemos sem olhar a quem e Richarles, também organizador do evento, explica que essa imagem do rock sombrio que muitas pessoas têm medo, não necessariamente é algo macabro: “A ideia que as pessoas têm do rock na verdade, é uma consciência errada. Ele [o rock] é libertário, não tem amarras em religião, politica, e condena atitudes não louváveis ou que andam contra a liberdade; e qualquer coisa que bata de frente com religião ou com uma visão politica mais radical tende a ser chamada de ‘coisa do capeta’. Sim, tem gente que gosta do Capeta, assim como tem gente que gosta de Deus, gente que não gosta de nada ou que tem uma visão agnóstica”. E para ele, esse projeto vem, também, para mostrar muito a outra cara do rock: “Rock and roll é muito mais que barulheira, gente gritando e fazendo arruaça. Rock é muito mais do que isso e tem evoluído com o tempo”.

De acordo com Richarles, esse ano, as bandas de rock são mais diversificadas e por isso o público também será mais diversificado e a ideia, além de torná-lo anual, é justamente cada vez mais atingir mais gente, “principalmente o pessoal do rock and roll, que não está tão envolvido num processo social”.

De acordo com a assessora de imprensa da ASCOMCER, Sara Tellado, o apoio de eventos como o JF Rock City, é sempre bem vindo, seja com produtos de limpeza, higiene ou alimentos. “Ano passado, foi a primeira vez que eles nos ajudaram e foram por volta de 2 toneladas de alimentos”. A quantidade foi tanta, umas das maiores doações recebidas pela associação, que boa parte dos alimentos recebidos foi encaminhada para outras instituições porque excedia o limite de estoque. Sara lembra que os alimentos arrecadados serão entregues ao hospital no dia 8 de abril, dia mundial de combate ao câncer.

Programação do evento!

Programação do evento!

 

 

Os ingressos para o evento podem ser trocados na Ematech*, na Fashion Rocks*, no The Rocks Studio Bar*, no CCBM, no Studio B* e no Tuka’s Rock*.

 

*Não se perca!

CCBM: Av. Getúlio Vargas, 200. (3690-7051)

Cultural Bar: Av. Deusdedit Salgado, 3955. (3214-1289)

Bar da Fábrica: Av.Getúlio Vargas, 200. (3215-0910)

Ematech: Rua São Mateus, 280. (3025-0318)

Fashion Rocks: Santa Cruz Shopping, 1º piso, loja 1338. (3216-3599)

The Rocks Studio Bar: Av. Presidente Itamar Franco, 1954. (3216-3599)

Studio B: Rua Oswaldo Aranha, 216. (3025-2300)

Tuka’s Rock: Gal. General Roberto Neves, loja 122 (3215-5068)

Rosane Barbosa, tesoureira voluntaria do hospital e Claudineia Lopes, voluntária do hospital.

Rosane Barbosa, tesoureira voluntaria do hospital e Claudineia Lopes, voluntária do hospital.

Márcia Stephanie, segunda vice presidente voluntária do hospital e Alessandra Sampaio, presidente voluntária do hospital.

Márcia Stephanie, segunda vice presidente voluntária do hospital e Alessandra Sampaio, presidente voluntária do hospital.

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