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Extintas especializações em “Mídia e Deficiência” e “Mídia, Globalização e Cidadania”

O programas lato sensu em “Mídia e Deficiência” e “Mídia, Globalização e Cidadania” existiram na Faculdade de Comunicação no início dos anos 2000. O primeiro tinha como objetivo “tratar e estudar a Comunicação como ferramenta para diminuir as barreiras de acesso à informação de deficientes em relaçao à comunidade em geral”, como explica o professor Márcio Guerra no vídeo abaixo. O curso também tinha como intuito tratar a deficiência como uma condição física, e não como sinônimo de incapacidade e restrição. De acordo com o docente, essa especialização surgiu no momento em que a lei determinou que não houvesse mais a segregação de estudantes com qualquer tipo de deficiência, promovendo a igualdade de direitos. Por isso, a especialização que era voltada para jornalistas passou a ser procurada também por educadores que buscavam capacitar-se para lidar com essa realidade.

Por sua vez, o curso de “Mídia, Globalização e Cidadania”, que era coordenado pelo professor Dalmer Pacheco, tinha como finalidade trabalhar questões mais populares, como a cultura e como algumas manifestações culturais contribuíam para a cidadania. Ambos com a duração de um ano e mais seis meses para o aluno desenvolver a pesquisa de conclusão de curso.

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