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Vida de jornalista

Com o curso de Jornalismo da UFJF completando 55 anos, ex-alunos compartilham suas experiências

Lívia Saenz

Postado em 16/06/2014

Érica Salazar é um nome bem conhecido na região. Mas você sabia que antes de tentar jornalismo a apresentadora do MGTV tentou o curso de Direito e passou para Letras e Psicologia?

Apesar de todos esses cursos, Jornalismo sempre foi sua primeira opção e uma vez na faculdade seu interesse se voltou para aquilo que seria o foco da sua profissão: as imagens. “Sempre gostei de imagens. Me envolvi com as disciplinas de TV. Produção de documentário e reportagens.” comenta a jornalista.

(Foto: acervo pessoal)

(Foto: acervo pessoal)

Quando se formou, em 1998, o impacto entre a sala de aula e o mercado de trabalho foi grande, mas para Érica isso já era esperado. “Eu já estava preparada, na medida em que tinha consciência de que a faculdade nos dá 40% do que precisamos pra caminharmos com apoio. O resto é por nossa conta, curiosidade e competência”.

Hoje, depois de 16 anos afastada, Érica volta as salas de aula da Facom para complementar seu trabalho com um mestrado. A jornalista observa que coisas que ela sentia falta na sua época de faculdade, ainda permanecem. “Eu sinto que os alunos continuam sentindo falta de experiências de pessoas que estejam no mercado. Acho que as discussões nem sempre ultrapassam os limites do acadêmico. Falta conhecer um pouco mais a prática pra conciliar com mais veracidade o que dizem as citações de autores com o que acontece no mercado.”

 

A importância da prática

Já Rafaela Borges é recém-formada na Facom. Para ela, que hoje trabalha no site G1, a certeza da profissão só veio no sétimo período da faculdade. “A vontade de exercer essa profissão sempre existiu, mas a certeza não. Tanto é que na época do vestibular fiquei na dúvida se me matriculava em Comunicação na UFJF ou em Bioquímica na UFV.” diz a jornalista.

(Foto: acervo pessoal)

(Foto: acervo pessoal)

E essa certeza veio justamente daquilo que ela considera ser a melhor experiência oferecida pelo curso: o Mergulhão de Rádio. Juntamente com o estágio em produção na TV Integração, essa parte prática fez toda diferença. “Nessas duas experiências tive a oportunidade de viver o dia a dia de uma redação e ter a certeza de que havia nascido para aquilo e que queria construir minha carreira no jornalismo.”

Rafaela acredita que a faculdade oferece muitas boas oportunidades extra curriculares, como a Acesso, o PET, a Produtora de Multimeios, a Rádio Facom, e o aluno não deve ficar preso somente as aulas. “É aquilo: se você ficar limitado ao que as aulas oferecem, vai sentir falta de muita coisa. Mas, se o aluno buscar e se interessar, vai sair preparado para buscar uma vaga no mercado de trabalho. Oportunidade a Facom oferece para todo mundo. Basta querer.”

Rafaela ainda deixa uma dica para os que ainda cursam a Facom, a disciplina de Jornalismo de Segurança Pública, ministrada pelo professor Ricardo Bedendo. “Aprendi muita coisa nessa matéria, não apenas para a carreira, mas para a vida” comenta a jornalista.

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