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Nerds dividem opiniões sobre eventos em Juiz de Fora

Para uns, faltam eventos para esse público. Para outros, os que acontecem satisfazem o desejo dos nerds.

Por Luciana Rodrigues

RPG, Star Wars, card game e jogos são alguns dos muitos elementos da cultura nerd. (Foto: Luciana Rodrigues)

Publicado em 12/08/2013, atualizada em 13/08/2013

Cada vez mais em evidência, a cultura nerd (ou geek) tem ganhado espaço em todo o mundo. Uma das principais marcas dessa popularização é o sucesso da série americana The Big Bang Theory, que conta a história de quatro jovens nerds. Depois de seis temporadas ainda é uma das séries com maior audiência nos Estados Unidos.

Em Juiz de Fora não é muito diferente. O número de geeks aumenta bastante na cidade. E com isso, a procura por eventos para esses grupos cresce cada vez mais. Na cidade, dois eventos já são tradicionais: o Anime no Katagi e o Uai Drops.

Mas alguns acreditam que isso é pouco para os nerds da cidade. É o caso de Rodrigo Amorim, criador do site Nerd Up. “Eu sinto bastante falta de eventos maiores aqui, com um número maior de palestras e atrações para esse público. Eu bem gostaria que tivesse eventos maiores aqui. Ou pelo menos mais eventos. Mas ainda acho que isso está crescendo na cidade”.

Essa carência também é percebida por Cristiano Chaves, um dos criadores da Editora Conclave. “Temos poucos. Gostaria que tivesse mais”.

Gabriela Vásquez, que possui uma loja online de artigos para nerds, ainda levanta uma outra questão sobre os eventos na cidade. “Acho que tem poucos eventos mesmo, e os que tem nem sempre são bem organizados”.

Já a estudante de jornalismo Lari Duarte acredita que o problema é que na cidade os eventos são muito focados para cultura Otaku, e outros grupos acabam ficando de fora. “Os eventos em juiz de fora costumam ter o foco mais pra cultura oriental, e a cultura nerd é muito ampla. Seria interessante ver mais eventos voltados para gamers, geeks ou outros públicos dentro do contexto nerd”.

Thamiris Carvalho é apaixonada por Comics. Na foto, sua coleção de HQs do X-men. (Foto: Thamiris Carvalho/ Acervo pessoal)

Thamiris Carvalho curte alguns produtos da cultura nerd, como séries sci-fi (ficção científica) e quadrinhos. Ela concorda com Lari sobre os eventos em Juiz de Fora. “Não considero como eventos nerds. Eles são bem realizados, porém são feitos para otakus. Existe algumas ligações entre otakus e nerds, mas definitivamente não são iguais”.

Porém, isso não é um consenso. Para outras pessoas, a cidade atende as necessidades desses grupos. Para a jovem Alejandra Kim, o número de eventos é razoável. Já para Laura Nogueira, que também é viciada em alguns produtos da cultura nerd, Juiz de Fora tem uma questão que impede grandes eventos.

Entre várias das paixões de Laura no mundo nerd, uma delas é o cosplay. Na foto ela se veste como Lady (Mary) do jogo Devil May Cry 4. (Foto: Laura Nogueira/ Arquivo pessoal)

“Juiz de Fora ainda não tem porte para um evento grande. Pode até ter, mas isso vai rolar aos poucos. Se forçarem isso, vai acabar que o evento vai ter só tamanho. Mas não terá atrações o suficiente, nem atividades e vai acabar ficando ruim”, declara Laura Nogueira.

Sobre a qualidade dos eventos, ela elogia a última edição do Uai Drops em Juiz de Fora. “Eu gostei muito do último Uai Drops. Tiveram muitas atividades diferentes, tipo a orquestra instrumental tocando temas nerds. Aquilo foi genial. Os eventos deveriam ter mais coisas assim”.

O presidente do Conselho Jedi de Juiz de Fora, Bruno Mercury, afirma que a média de eventos na cidade é sim satisfatória para o número de nerds na cidade.

Independente dos eventos para os nerds, há também outras opções para esse público na cidade. Uma delas é o Tabuleiro Luderia, bar no bairro São Mateus, onde o público pode jogar RPG, boardgames (jogos de tabuleiro)  e card games. (Saiba mais sobre o bar na matéria produzida pelo JF Hipermídia).

Outra opção é a loja Taberna Conclave, na Rua Padre Café, onde os visitantes podem montar suas mesas de RPG e jogar partidas de card game.

O grupo Otaku Force no Facebook marca encontros entre os membros (conhecido como “otakontros”). Segundo Laura, “é ótimo para conhecer gente nova e nerdear”.

Próximos eventos na cidade

Além das opções para o dia-a-dia, o segundo semestre de 2013 vem com novos eventos para o público nerd na cidade.

No dia 25 de agosto, a partir das 14h, a Taberna Conclave e a Saraiva Megastore promovem o 1º Joga Conclave na livraria no Independência Shopping. Lá, os nerds poderão contar com espaço para jogos de mesas, tais como RPGs, Boardgames e Cardgames. Os interessados podem saber outras informações e confirmar a presença no evento no Facebook. Para quem não tem perfil na rede social, pode comparecer na livraria no dia do evento. A entrada é gratuita.

Em 31 de agosto, a loja Evil Cherry Store (presente apenas no Facebook) e a Sunny (também apenas no Facebook) vão realizar o Game Play.  De acordo com Gabriela Vásquez, o evento terá exibição de animes e torneio de jogos. Informações começarão a ser divulgadas nas redes sociais e na UFJF a partir desta semana.

Eduardo Luderer será um dos expositores do festival. (Foto: Eduardo Luderer/ Acervo pessoal)

Entre os dias 31 de outubro e 02 de novembro acontece o JF Extrema Festival de Cinema Fantástico. Segundo Thamiris Carvalho, organizadora do evento, nos três dias acontecerão exibição de filmes de ficção científica, fantástico e extremo produzidos no Brasil, oficinas e debates. Entre as primeiras atrações confirmadas estão a cineasta paulista Geisla Fernandes, que produziu os filmes “O Estripador da Rua Augusta”, “Necrochorume” e Desalmados. Outro convidado será o fotógrafo Eduardo Luderer, formado em cinema em Juiz de Fora e que já trabalhou com diversos nomes conhecidos, entre eles Zé do Caixão. Ele fará uma exposição com mostra de fotos com temática fantástica. O encerramento do festival será com a tradicional Zombie Walk (disponível no Facebook), que conta com a expectativa de 800 pessoas no evento. Quem quiser saber mais informações, deve mandar um e-mail para Thamiris Carvalho: jfextrema@gmail.com

Nos dias 23 e 24 de novembro acontece o Anime no Katagi. Ainda não há muitas informações sobre o evento. As novidades serão divulgadas na página do evento no Facebook ou no site oficial do Grupo Bonsai, responsáveis pelo evento.

O Uai Drops terá sua quarta edição nos dias 05 e 06 de outubro de 2013. Segundo Mário Guedes, organizador do evento em Juiz de Fora e Ipatinga, quem estiver interessado terá mais informações em breve.  Tradicionalmente conta com palestras com dubladores, bandas e atrações do ramo de quadrinhos.

A quarta edição do Uai Drops acontecerá em breve. (Imagem: Uai Drops/Divulgação)

Cultura nerd em Juiz de Fora

Juiz de Fora é um dos polos de cultura nerd no país. Uma das provas desta força foi o sucesso da ação de crowdfunding (financiamento coletivo) para a criação do jogo de cardgame Midgard. Idealizado por Cristiano Chaves, criador e editor da Editora Conclave e por Fernando Scheffer , o projeto conseguiu mais do que a verba necessária para a produção inicial.

“O jogo foi desenvolvido por mim e pelo Fernando Scheffer no ano passado. Esse ano, decidimos recorrer à ferramenta do financiamento coletivo para conseguir produzi-lo. O jogo é bastante estratégico e ambientado da mitologia nórdica. Ele consiste, basicamente, na formação de tropas para conseguir feitos: viajar pelos mundos mitológicos, lutar contra outros jogadores ou enfrentar desafios. Vence o jogo quem acumula mais pontos no final”, explica Cristiano Chaves.

Para o editor, a ação no site Catarse foi um sucesso. “A experiência do financiamento coletivo foi fantástica. Nosso projeto teve o financiamento encerrado na última terça-feira e obtivemos 215% do total que necessitávamos para produzir o jogo. Agora estamos na grande batalha que é o relacionamento com as gráficas para a produção do jogo em si”.

Para ele, a dedicação dos criadores em divulgar o jogo foi essencial para o sucesso da ação. “Quando os apoiadores se envolvem com o projeto de verdade é difícil ele não dar certo. As pessoas começam a compartilhar, a incentivar outros apoiadores e a coisa se torna realmente viral. Durante os dois meses de projeto trabalhamos demais. Ter um projeto de financiamento coletivo não é simplesmente colocá-lo no ar. Deve haver uma verdadeira campanha constante e interessante por trás”.

Um dos pontos mais tradicionais de encontro e venda de artigos de cultura nerd em Juiz de Fora, a Taberna Conclave é hoje uma fusão das duas principais lojas da cidade. Antes disso, a Conclave se localizava no Santa Cruz Shopping e o local no bairro São Mateus era apenas a Taberna do Dragão. A mãe do delegado Eurico Cunha Neto criou a loja há 13 anos a partir da paixão do filho pelo mundo do RPG.

Hoje o nome Taberna do Dragão é conhecido no país inteiro. A loja,que passou para o ambiente virtual, é a maior do ramo em Minas Gerais. Eurico fala sobre essa experiência.

Também no ambiente virtual, Rodrigo Amorim decidiu expressar sua paixão pela cultura nerd: criou o site Nerd Up em outubro do ano passado. O portal conta com 80.000 visualizações e reúne conteúdos produzidos por ele e pelo também sócio Anderson Matozinhos sobre esse universo. A ideia surgiu da paixão pelo assunto com a vontade de reunir pessoas que gostassem do tema.

“Eu gosto bastante desses assuntos nerds, jogos, seriados, livros, curta metragem. Bastante coisas ligadas a ficção e sic-fi, e sempre estou pesquisando sobre isso, praticamente todos os dias. Sou um tanto hiperativo e tenho a tendência de sempre buscar por informações novas e notícias nessa área. E como eu tenho uma empresa que trabalha com websites e computação gráfica, resolvi criar um website para poder publicar para o público nerd, todos os materiais que eu acompanho, e também para criar um local onde pessoas com interesses em comum possam trocar ideias e experiências”, afirma Rodrigo Amorim.

O Conselho Jedi de Juiz de Fora faz apresentações em eventos nerds da cidade. (Foto: Bruno Mercury/Acervo pessoal)

Outro grupo criado na cidade é o Conselho Jedi de Juiz de Fora. Criado em 2008 por Daniel Ramos e Bruno Mercury, hoje conta com aproximadamente 2000 pessoas apaixonadas por Star Wars. Porém, não é um fã clube: há uma estrutura hierárquica entre seus membros. Quem deseja entrar responde um questionário sobre a cultura do Guerra nas Estrelas e, então, é definido um personagem sobre o qual aquela pessoa fará suas apresentações nos eventos, além de receber todo um material de pesquisa sobre ele. Bruno explica como isso é feito:

Mas afinal, o que é ser nerd?

Diante de tantas vertentes do ‘ser nerd’, vem a pergunta: Afinal, o que é ser nerd?

Para Mário Guedes, produtor de eventos para esse seguimento há nove anos, hoje há um “new nerd”, diferente do estereótipo antigo da pessoa viciada em tecnologia, tímida, que vivia trancada dentro de casa. “O ‘new nerd’ é o cara que assiste séries, animes, que joga vídeo game, que as vezes é tímido. Mas isso não é muto diferente de pessoas “não nerds”, concorda?”.

Rodrigo Amorim se considera nerd. Gosta de RPG (como Trevas, Gurps, D&D e Vampiro) e séries de ficção. Para ele, todo mundo tem um lado meio nerd. “Eu acho que todo mundo tem um pouco de nerd, mas para assuntos diversos. Ao meu ver, o nerd já perdeu muito daquele estereótipo de ser um cara de óculos, que não saia de casa e ficava em frente ao PC o dia inteiro. Hoje em dia podemos ver vários tipos de nerd, desde os que só ficam em casa mexendo no PC até os empresários, pessoas que curtem mais sair. Fica difícil traçar um perfil disso, mas é basicamente o público que se interessa bastante por esses assuntos, como jogos, tecnologia, filmes, RPG, jogos de tabuleiro, e tem a característica de não ficarem superficialmente nos assuntos, de se aprofundar em cada área que ele gosta. Acho que um característica forte do nerd, é saber bastante dos assuntos que lhe despertam interesse”.

Eurico Cunha Neto, delegado, joga RPG desde os 15 anos. Hoje ainda mantém um grupo de aventura, com quem joga há 25 anos pelo menos uma vez por semana. Ele conta essa história:

Eurico também fala sobre a reação das pessoas ao saberem que ele, além de ser delegado, também é um apaixonado por cultura nerd.

Laura Nogueira não se considera propriamente nerd. Mas desde os seis anos de idade tem contato com essa cultura. “Desde pequena eu era aficionada por tudo dessa cultura, no começo mais os animes. Mas cresci jogando jogos de RPG, online ou não, lendo mil e um livros. E mesmo eu não tendo nenhuma plataforma de jogo, eu sempre dava um jeitinho de pelo menos uma vez por semana ir na casa de uma amiga minha pra jogar. Quadrinhos e universo DC/Marvel foi o que eu comecei a me aprofundar mais recentemente, já que antes não tinha muita paciência por serem muitos mundos e muita coisa rolando ao mesmo tempo, mas não consegui escapar”.

A jovem estipula que já deve ter gasto aproximadamente 10 mil reais com produtos, entre mangás e cosplay, suas paixões. Inclusive conheceu seu namorado em um dos eventos para esse público. “Eu estava no evento, e meu amigo virou pra mim e falou pra eu ‘reparar naquele menino’. Ele que tinha percebido ele lá, por que ele que tinha se interessado nele! (risos) Daí no mesmo dia, mais tarde ele me adicionou no Facebook e começamos a conversar. Uma coisa levou a outra e estamos aqui”.

Entre os itens mais curiosos da coleção de Thamiris, está a forma de gelo e chocolate do personagem Hans Solo, do filme Star Wars. (Foto: Thamiris Carvalho/ Acervo pessoal)

Para Thamiris Carvalho, que possui além de uma loja online, uma coleção de vários objetos das séries Star Trek, Doctor Who, Star Wars e Fringe, dizer o que é ser nerd é difícil.

“Sei lá, ser nerd é amar mesmo alguma coisa que o resto da sociedade não liga. Menos agora q é modinha. É um amor muito louco. Eu trato minhas coleções da mesma forma q eu trato minha filha, é meio intenso”, afirma Thamiris Carvalho.

Ser nerd então é ser cool?

Diante da popularização da cultura nerd, fica a pergunta: Então, agora, ser nerd é ser cool? Se no passado isso era motivo de preconceito, será que hoje virou status?

Segundo Bruno Mercury, há 10 anos poderia até ter sido uma questão de status, mas hoje, com a facilidade de informação, já não é mais uma questão de moda.

Para Mário Guedes, hoje há dois conceitos: o nerd mesmo e o new nerd, que é status. “Eu não concordo muito com essa visão de que o nerd se tornou cool. O nerd de verdade, ainda tá escondido. O ‘new nerd’ é que tá em evidência hoje. Hoje em dia se tornou moda parecer nerd, muito se deve ao fato da mídia ter colaborado pra isso”.

Para a jovem Alejandra Kim, realmente ser nerd é uma questão de moda hoje em dia. “As pessoas, só por gostar de jogar um jogo online ou usar óculos de armação grossa e blusa xadrez, já se consideram nerd com orgulho, Mas acho que ser nerd não é uma coisa pra se vangloriar tanto assim.

Laura Nogueira também concorda com esse modismo. “Muitas das pessoas que se auto intitulam nerds estão meio que passando por uma fase, sabe? Mas acho que toda cultura tem sua cota de posers, isso é normal”.

Lari Duarte participa de talk show em evento nerd. (Foto: Uai Drops/Divulgação)

Lari Duarte, que participou de um talk show em uma das edições do Uai Drops sobre “Como sobreviver a um apocalipse zumbi”, não vê problemas com a moda dos nerds. Pelo contrário, acredita que isso possa até ajudar.

“Eu sou super de boa com tudo isso. Hoje em dia existem posers em qualquer tribo, assim como existem os bons apreciadores. É claro que a cultura nerd parece fascinante e muito complexa pra muitas pessoas, mas eu acho até bom que esteja na moda, assim as pessoas conhecem mais sobre e diminuem o preconceito”, declara.

Sobre o preconceito, ela conta o que já ouviu. “Sempre tem pessoas criando estereótipos, o mais comum é “todo nerd é virgem” ou então “nerd não tem vida social”. É claro que existem os fanáticos que passam o dia inteiro vidrados jogando, mas nem todos são assim. Eu adoro curtir uma balada, um barzinho e tenho vários amigos fora do círculo nerd”.

Saiba mais:

Entre os dias 4 e 10 de agosto o Youtube promoveu a Semana Geek. Saiba quais foram as intervenções que o portal fez durante essa semana.

Site reúne informações sobre todos os Conselhos Jedi do país.

Saiba como funciona o jogo Midgard, criado pela Editora Conclave de Juiz de Fora.

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3 Comentários
  1. A loja Sunny existem sim em uma loja física, e não apenas no facebook, como descrito na matéria. O endereço é: Galeria General Roberto Neves, n 108 – Centro

  2. m2arki permalink

    Olá, boa noite!

    Achei muito interessante a matéria, um pouco extensa , mas interessante.
    Em Juiz de Fora, eu realmente acredito que existam poucos eventos voltados para este grupo e estes poucos que existem são mal divulgados. No entanto, um ponto que me chamou a atenção é o fato confundirem os termos “Nerd” e “Geek”.
    Existe uma diferença bem perceptível entre os dois tipos de pessoas.

    Nerd’s tem interesse em livros e estudos, introversão, dificuldade para se relacionar socialmente; e diversas habilidades mais desenvolvidas devido ao gosto por games, filmes, ciência e computadores.

    Os geek’s possuem interesses e estilos de vida mais específicos e se tornam experts naquilo que gostam, são facilmente encontrados entre os “apple fan-boys”, por vezes pretensiosos e até mesmo cansativos. Seus gostos pessoais incluem videogames, filmes, colecionar objetos, paixão por gadgets e tecnologia, computação, códigos. Gostam de falar sobre seus Smartphones, suas viagens, seus ídolos pop, enfim…

    Talvez você não encontre um geek jogando RPG, mas um nerd certamente você encontrará.

    Como disse antes, a matéria ficou bem interessante, mas um pouco mais de objetividade tornaria a leitura online mais agradável.

  3. Estive procurando por eventos dessa região mesmo : (

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