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UFJF investe em Iniciação Científica

Por Alessandra Macedo

Publicado em 04/11/2013

É possível perceber um interesse cada vez maior dos alunos pela área de pesquisa, numa busca por novos conhecimentos e desenvolvimento pessoal. Isso reflete em um salto na área de iniciação científica na UFJF. Recentemente, na abertura do 19º Seminário de Iniciação Científica da Universidade Federal de Juiz de Fora, dia 23 de outubro, o reitor Henrique Duque anunciou a disponibilização de mais 120 bolsas de Iniciação Científica para UFJF.  Segundo a Profa. Maria Lúcia Polisseni, Pró-reitora adjunta de Extensão, em 2011, a UFJF contava com 279 projetos de pesquisa, e atualmente já possui aproximadamente 600. Esse aumento de projetos faz com que aumentem também os recursos investidos na área. Hoje, a universidade investe mensalmente 195.300 reais em bolsas de iniciação científica, além de contar também com bolsas vindas de outros Programas Institucionais de Iniciação Científica.

Nos últimos anos a Universidade tem realizado o Seminário de Iniciação Científica da UFJF. Esse evento tem como principal objetivo mostrar os resultados dos trabalhos de iniciação científica desenvolvidos na instituição e incentivar novos projetos. Confira aqui o vídeo do Seminário que ocorreu esse ano.

O recursos de investimento estaduais vem da FAPEMIG, Sítio eletrônico da Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de Minas Gerais, e os nacionais vem do CNPq, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Os investimentos feitos pela própria universidade são do BIC, Bolsas de Iniciação Científica da UFJF. E é a Pró-Reitoria de Pesquisa da UFJF, PROPESQ, que executa e operacionaliza a gestão de todos os programas, permitindo que estes sejam distribuídos pela universidade. Márcio Tavares, coordenador de programas de pesquisa da PROPESQ, explica como são ordenados os recursos: “São feitos editais para cada área, aí os professores podem concorrer com seus projetos. Estes projetos são avaliados por comitês de cada área de conhecimento. Para alguns projetos do BIC e do PIBIC/CNPq nós chamamos consultores externos para participarem dessa seleção”. O coordenador conta que na distribuição feita por área são ponderados alguns quesitos como a demanda qualificada daquela área, os números de programas de pós-graduação, e número de pesquisadores do CNPq da mesma.

Apesar de muito ser disponibilizado, nem sempre é o suficiente. Carlos Pernisa Júnior, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, aponta que muitas vezes são destinados menos recursos do que o foi pedido pelo pesquisador: “Na maioria dos casos, há cortes nos pedidos de recursos, o que não inviabiliza o projeto, normalmente, mas faz com que o pesquisador tenha que refazer a planilha de gastos ou tenha que buscar recursos em outras agências de fomento.”

Francisco Pimenta, doutor Comunicação e Semiótica, comenta ainda a falta de apoio na construção dos projetos. “Um escritório para ajudar na criação de novos projetos é fundamental. Sei que estão construindo isso, mas acho que é uma deficiência que deve ser sanada o mais rápido possível.”

De acordo com o coordenador Márcio, as 120 bolsas anunciadas pelo reitor devem ser criadas ainda em 2014. O coordenador fala também da importância da área de pesquisa para a universidade e os alunos.

 

 

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