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A imortalidade da música clássica.

Um dos gêneros musicais mais antigos ainda permanece bem vivo entre os jovens de Juiz de Fora.

Júlia Fracetti

23/06/2014 às 01:44

Atualizado às 11:17

A música clássica ganha cada vez mais espaço na programação cultural de Juiz de Fora.

Concertos e festivais são recorrentes no cenário da cidade e sempre conquistam grande público juiz-forano, mesmo com a variedade de programas que o calendário oferece.

Em meio a todos os músicos é impossível não perceber a quantidade recorrente de adolescentes nas orquestras. Crianças e jovens deixam de lado as novas distrações tecnológicas para se dedicarem a música.

Giovana Martins (Foto: Júlia Fracetti)

Giovana Martins (Foto: Júlia Fracetti)

Giovana Martins é violinista e com apenas 12 anos já é apaixonada pelo instrumento. “Música é tudo de bom, porque quando eu estou nervosa, eu posso ir, tocar e me acalma”.

O oboísta Lucas Rosa, de 16 anos, se interessou pelo instrumento dentro de casa. “Desde os 4 anos eu ouvia meu pai e minha irmã tocando violino e pra mim era uma tradição. Eu via uma família de músicos e sabia que era pra eu ser músico também. Aos 4 anos eu comecei na flauta doce e aos 9 anos me apresentaram o oboé.”

Maria Isabel (Foto: Júlia Fracetti)

Maria Isabel (Foto: Júlia Fracetti)

Mas essa paixão não é tratada apenas como diversão e lazer. A diretora fundadora do Pró-música de Juiz de Fora, Maria Isabel de Souza Santos, destaca que música também exige muita responsabilidade. “Qualquer instrumento requer uma dedicação de horas de estudo, uma regularidade, um compromisso de melhor.”

Lucas e Giovanna, mesmo com o tempo curto, conseguem associar os ensaios com os estudos. “Todas as noites eu pego pelo menos de uma até três horas no oboé. Como ele é um instrumento que requer muita atenção, requer uma técnica mais avançada, aí tem que pegar todos os dias”, diz Lucas. Giovana completa, “Meu tempo é muito corridinho, mas eu arrumo tempo sempre, mais de tardinha assim, eu arrumo uma hora, duas horas, pra eu treinar violino”.

Lucas Rosa no ensaio da orquestra (Foto: Júlia Fracetti)

Lucas Rosa no ensaio da orquestra (Foto: Júlia Fracetti)

Além de aflorar a paixão pelos instrumentos, a música pode trazer mudanças significativas na vida dos jovens. “Depois que começam a tocar numa orquestra, o comportamento muda completamente. Eles vêm com um pouco mais de disciplina, já entendendo o conjunto, aprendendo a respeitar o outro e a ter comprometimento com os horários. Tudo isso é uma evolução enorme”, destaca Maria Isabel.

Orquestra Mirim Pró-Música Juiz de Fora (Foto Júlia Fracetti)

Orquestra Jovem Pró-Música Juiz de Fora (Foto Júlia Fracetti)

Saiba mais sobre o trabalho da Orquestra Jovem do Pró-Música Juiz de Fora no vídeo a seguir:

 

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